
O corpo ocidental é envolto de vários tabus, principalmente o corpo feminino. Uma das marcas desta realidade é a relação estabelecida com o ciclo menstrual.
Em uma sociedade ocidental cristã que fez do corpo um lugar inferior e pecaminoso, acarretando relações de nojo com os diversos fluidos corporais (suor, saliva, sangue...), fomos (e somos) durante muito tempo levadas(os) a considerar o fluido da menstruação como algo nojento. O corpo femino é marcado pelo estigma de ser lugar da tentação e do pecado masculino, e sua menstruação se torna um sujo sinal de pecado.
Em uma sociedade do trabalho e da racionalidade, que inferioiza a sensibilidade e as emoções, o ciclo menstrual é considerado como uma desvantagem biológica que torna a mulher uma trabalhadora emocional pouco confiavél, reforçando assim a dominação masculina no mercado de trabalho.
Em uma sociedade do consumo, somos levadas a desprezar e até certo ponto ignorar a menstruação. As propangandas de absorventes descartavéis reforçam a sua capacidade de tornar invisivel e descartavel este periodo do ciclo feminino, monstrando mulheres com calças muito justas no corre-corre da rotina ocidental. Muitas mulheres nem mesmo conseguem encarar seu sangue e outros fluidos menstruais, muito menos sentir seus cheiros, o que justifica os perfumes presentes nos absorventes.
Contudo, sabemos que em antigas culturas matriarcais, onde o ser humano era inteiro e não divido em corpo e alma, a menstruação era um periodo sagrado, sinal de fertilidade e de ligação com a natureza. E os tabus ocidentais a cerca da menstruação nada mais são do que indicios de uma inferiorização e repressão do corpo e do ciclo feminino que reforça a dominação do masculino.
Em uma sociedade ocidental cristã que fez do corpo um lugar inferior e pecaminoso, acarretando relações de nojo com os diversos fluidos corporais (suor, saliva, sangue...), fomos (e somos) durante muito tempo levadas(os) a considerar o fluido da menstruação como algo nojento. O corpo femino é marcado pelo estigma de ser lugar da tentação e do pecado masculino, e sua menstruação se torna um sujo sinal de pecado.
Em uma sociedade do trabalho e da racionalidade, que inferioiza a sensibilidade e as emoções, o ciclo menstrual é considerado como uma desvantagem biológica que torna a mulher uma trabalhadora emocional pouco confiavél, reforçando assim a dominação masculina no mercado de trabalho.
Em uma sociedade do consumo, somos levadas a desprezar e até certo ponto ignorar a menstruação. As propangandas de absorventes descartavéis reforçam a sua capacidade de tornar invisivel e descartavel este periodo do ciclo feminino, monstrando mulheres com calças muito justas no corre-corre da rotina ocidental. Muitas mulheres nem mesmo conseguem encarar seu sangue e outros fluidos menstruais, muito menos sentir seus cheiros, o que justifica os perfumes presentes nos absorventes.
Contudo, sabemos que em antigas culturas matriarcais, onde o ser humano era inteiro e não divido em corpo e alma, a menstruação era um periodo sagrado, sinal de fertilidade e de ligação com a natureza. E os tabus ocidentais a cerca da menstruação nada mais são do que indicios de uma inferiorização e repressão do corpo e do ciclo feminino que reforça a dominação do masculino.

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